domingo, 31 de janeiro de 2010

Sobre o fim do mundo...

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Voltou a ser moda falar sobre o fim do mundo. Dizem por aí que, segundo o Calendário Maia, o mundo vai pro saco em 2012. Em 1988, uma seita de malucos (americanos, é claro) disse que o mundo acabaria naquele ano e promoveu um lindo suicídio coletivo, o que acabou confirmando a tal profecia, pelo menos para os membros da seita. Em 2000, todos acreditavam que chegaria o dia do juízo final, mas como neste mundo de hoje ninguém nem mesmo começou a ter juízo, nada aconteceu. Agora fala-se em 2012. Parece que a cada 12 anos alguém precisa inventar um novo fim do mundo.
   OK, os Maias eram um povo muito evoluído e bem à frente do seu tempo e provavelmente sabiam muito mais sobre céus e terras do que os cientistas atuais. Acontece que, caso alguns não se lembrem, os Maias foram exterminados pelos espanhóis e não sobrou nem um DNAzinho sequer. Um dos mortos era o Zé dos Calendário, que morava na rua de cima, ao lado da padaria. Considerando que isto aconteceu lá pelo século XV ou XVI, penso que ter um calendário até 2012 é muito mais que lucro. Ainda mais se considerarmos que o Zé dos Calendário poderia ter ido até 2050, não fosse o fato de ter se amigado com uma vagabunda espanhola de fartas tetas que tomou todo o seu tempo e tirou todas as suas energias, tornando-o um Maia muito feliz nos seus últimos dias de vida.
   Não me preocupo com o fim do mundo dos Maias, porque nem mesmo sou um deles. Deixo a preocupação para o César Maia, o Wolf Maia, o Tim Maia (pra este o mundo já acabou) e pros que podem ser atingidos por engano, como o José Maia-er ou o Oscar Nie-Maia.

domingo, 15 de novembro de 2009

Orkut de bêbado...

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...E enquanto o próximo texto não vem...

...uma fraquinha...



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Giga-slowmotion

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     Todos já vimos vídeos e fotos feitos em super velocidade, mostrando o movimento da água, estouro de balões, explosões e tantas outras coisas. A descoberta desta tecnologia nos apresentou a um mundo que sempre esteve diante de nós, mas nunca fomos capazes de enxergar.
     Quando se imagina que a tecnologia chegou a um limite, somos surpreendidos por mais alguma maravilha tecnológica que traz melhorias para nossas vidas ou simplesmente não serve pra porra nenhuma além de possibilitar que nerds finjam que estão fazendo algo importante. Entre uma partida de videogame e uma rodada de RPG o passatempo preferido desses desocupados parece ser registrar projetis transfixando todo tipo de coisa.
  




     A cientista  Léa Amaretto Coho, que trabalha como Programadora Unilíngüe para Tecnologias Avançadas,  desenvolveu uma tecnologia capaz de registrar imagens antes invisíveis aos olhos humanos e câmeras de super-slowmotion. 
     - Sou a única mulher trabalhando aqui e passo muito tempo sozinha e entediada. Os meninos não me dão atenção, porque estão muito ocupados com os jogos e as sessões de super fotografia. Como eles são "devagar quase parando", eu precisei redirecionar tanta... energia... e me tranquei no banheiro para... meditar. Durante a... meditação... tive a idéia da câmera de Giga-slowmotion.- Disse Léa, que nas horas vagas é modelo de lingerie.



Veja, em Super Câmera lenta, o que acontece com um tomate comum ao ser atingido por uma bala:




Agora, a mesma cena em Giga-Slowmotion (Clique para ampliar):